A Primeira Busca pelo Jesus Histórico (Busca Antiga)

Caravaggio - A Incredulidade de São Tomé
Caravaggio – A Incredulidade de São Tomé

O Jesus que a Bíblia apresenta nasceu de uma mulher virgem, cujo óvulo foi fecundado pelo Espírito Santo (Isaías 7.14; Mateus 1.18-25; Lucas 1.27, 34-35). Ele tinha consciência de que era Deus (João 8.24;), realizava curas (Marcos 1.40-41), expulsava demônios (Marcos 1.23-27), andava por sobre as águas (João 6.16-21), multiplicava pão (Mateus 14.13-21), e até ressuscitava mortos (Mateus 9.23-26). O Jesus da Bíblia é totalmente humano (2 João 2.6; João 4.6; Filipenses 2.7) e totalmente divino (1 Timóteo 2.5; João 1.1). Ele perdoava pecados (Lucas 5.21-24) e morreu como sacrifício pelos pecados (João 1.29; 1 Pedro 1.18-19). Ele pregou, andou, se cansou, ensinou, deu broncas, condenou e salvou. Jesus cumpriu diversas profecias, personificou Israel, personificou o templo e foi o perfeito profeta, sacerdote e rei prometido, o Messias há muito esperado. O Jesus Cristo da Bíblia era ao mesmo tempo o Filho de Deus (Lucas 1.32), o Filho do homem (Daniel 7.13-14), o profeta apocalíptico (Mateus 24—25), o sábio (Lucas 2.40; 11.31), a sabedoria encarnada (João 1.1-3; Colossenses 2.3), o filho de Abraão (Mateus 1.1), o filho de Davi (Mateus 1.1), o filho da mulher que pisou a cabeça da serpente (Gênesis 3.15) e o servo sofredor (Isaías 53). Voluntariamente, o Jesus das Escrituras se entregou para morrer, a fim de oferecer a sua vida em substituição pelos pecados de todos aqueles que creem nele. O Jesus da Bíblia não continuou morto, mas ressuscitou em um domingo e apareceu para muitíssimas pessoas (1 Coríntios 15.3-8). Ele ensinou os seus representantes chamados apóstolos e colocou sobre eles a responsabilidade de levar a verdade até aos confins da terra (Mateus 28.18-20; Atos 1.8). O Jesus apresentado nas páginas das Escrituras é o Salvador do Mundo (1 João 2.1-2), voltará para reinar e estabelecer Novos Céus e Nova Terra (2 Pedro 3.8-13) e convida a todos a crerem nele para fazerem parte dessa nossa família e receberem vida eterna (Mateus 11.28-30; João 3.14-16). Esse é o Jesus revelado nas páginas da Bíblia. E esse é o Jesus que sujou os pés em nosso mundo. Esse é o Jesus histórico.

 

Infelizmente, no entanto, em algum momento da história, em torno do século 18, os homens começaram a pensar que suas pesquisas e capacidade intelectual eram fontes mais seguras de conhecimento do que as Escrituras. Duvidando, portanto, que o Jesus apresentado na Bíblia era real, deu-se início à busca pelo Jesus histórico.

 

A Busca pelo Jesus Histórico é uma empreita acadêmica que visa a reconstruir informações sobre a pessoa de Jesus com base nos ditames da pesquisa histórica. Um dos pressupostos desse ramo de estudo é que as informações contidas nos livros bíblicos não são confiáveis, pois são reconstruções religiosas do Jesus da história, atribuindo a ele diversos atributos e eventos sobrenaturais incompatíveis com os ditames que aquele pesquisador específico estabeleceu estar dentro do possível. Existem diversos “jesuses” históricos. A busca pelo Jesus histórico vai mudando de ênfase ao longo da sua história e assim, pesquisadores definem que até aqui três buscas distintas aconteceram: a busca antiga (1700-1906), a segunda busca (1953 a 1970) e a terceira busca pelo Jesus histórico (1980 em diante). Nesse post falaremos apenas sobre a primeira busca, apresentando seus principais proponentes e algumas de suas ideias básicas.

 

Hermann Samuel Reimarus (1694-1768): Reimarus, cujas notas no assunto foram publicadas postumamente por Gotthold Lessing, afirma que o Jesus histórico foi um revolucionário; um profeta poderoso como Moisés, tentando arrebanhar o povo judeu para Jerusalém a fim de estabelecer um reino terreno no qual o próprio Jesus seria o grande rei. Jesus se apresentou como o messias (Cristo) e é possível que tenha feito milagres. O grande erro da fé bíblica e do Cristianismo, para Reimarus, é a doutrina da ressurreição corpórea. Para Reimarus, a ressurreição foi uma criação dos discípulos de Jesus em face do fracasso do plano original de estabelecer um reino visível. Inconsistentemente, Reimarus usa diversos textos dos evangelhos para defender sua visão sobre a vida de Jesus, mas critica textos de Paulo e Atos que defendem a ressurreição. Para o estudioso alemão, os argumentos por Paulo e outros não conseguem sustentar a afirmação de uma ressurreição literal. Sua conclusão quanto a ressurreição é expressa assim: “Até aqui foi demonstrado como o novo sistema adotado pelos apóstolos, de um salvador de sofrimento espiritual que ressuscitou dos mortos e depois de sua ascensão retornou para o céu com grande poder e glória é falso em seu primeiro princípio principal, isto é, a ressurreição dos mortos” (p. 46). Depois de ter “provado” a sua primeira tese, Reimarus passa a provar que a doutrina do retorno de Jesus é igualmente falsa. Os grandes vilões da história, para Reimarus, foram os apóstolos, que roubaram  o corpo de Jesus e inventaram a ressurreição e a parousia a fim de não terem que voltar para as suas ocupações anteriores em meio à pobreza e vergonha. A razão de ser da criação dessas doutrinas foi mormente econômica.[1] O ridículo dessa explicação é pensar que os apóstolos, logo após a morte de seu mestre, foram sagazes ao ponto de roubarem o corpo de Jesus em meio aos soldados romanos, representaram a si mesmos nos evangelhos de forma tão negativa e escolheram o martírio por causa de uma mentira que eles mesmos inventaram.

 

Heinrich Eberhard Gottlob Paulus (1761-1851): Totalmente racionalista, Paulus apresentou uma versão do cristianismo totalmente despida de todos os aspectos sobrenaturais. O foco de Paulus, bem como de vários desses autores, era apresentar uma versão do cristianismo mais adequada para a sua época. Assim, explicou os milagres de Jesus de forma naturalista. Em vez de andar sobre as águas, Jesus andou sobre bancos de areia. Em vez de multiplicar o pão, Jesus motivou o povo a compartilhar o que tinha em suas bolsas. Em vez de ressuscitar da morte, Jesus havia, na verdade, apenas desmaiado de forma prolongada. Assim, o que temos nos evangelhos é uma explicação sobrenatural (propícia para a época) para eventos que foram totalmente comuns e normais.

 

Ferdinand Christian Baur (1792-1869): O primeiro representante da Escola de Tübingen, Baur acredita ser impossível recuperar o Jesus da história tendo em vista as tradições diversas colocadas sobre ele pelos diferentes autores dos evangelhos, tendo em vista suas tendências (p. 24). Ainda assim, ele faz uma análise critica dos evangelhos e afirma que aquilo que sobra de mais historicamente confiável é que o cristianismo começou com uma religião de moralidade. Baur acredita também que o recorrente uso da expressão filho do homem por Jesus aponta para uma auto consciência de que ele era o messias (p. 40). Sobre a ressurreição, Baur afirma que a compreensão que alguém tem sobre a mesma influencia pouco o estudo da história, se foi um milagre externo objetivo ou um milagre psicológico subjetivo (42).[2] Para Baur, influenciado pelo Hegelianismo, o cristianismo primitivo era dividido em dois partidos principais, dos judaizantes liderados por Tiago e o dos gentios, capitaneados por Paulo. Cada um dos livros do Novo Testamento tem assim uma diferente tendenz. Livros como Mateus e Tiago refletem o cristianismo judaizante, as cartas de Paulo refletem a vertente gentílica e livros como Atos dos Apóstolos tentam apresentar uma síntese dos dois ramos do cristianismo. Para Baur, Paulo e não Jesus foi o criador do cristianismo como o vemos hoje.

 

David Friedrich Strauss (1808–1874): Aluno de Baur e também representante da escola de Tübingen, Strauss foi o primeiro a aplicar à busca do Jesus histórico o conceito de mito. Ele deixa claro que a pressuposição racionalista da não existência do sobrenatural deve ser aplicada criticamente aos escritos do Novo Testamento, a fim de “desmisturar” aquilo que é histórico daquilo que é mitológico (p. xxxix). É impressionante a dicotomia que Strauss consegue fazer: “O autor é consciente de que a essência da fé cristã é perfeitamente independente do seu criticismo. O nascimento sobrenatural de Cristo, seus milagres, sua ressurreição e ascensão, permanecem como verdades eternas, independente das dúvidas que possam ser colocadas sobre sua realidade como eventos históricos. Esta certeza somente pode prover calma e dignidade à nossa crítica, e distingui-la da crítica naturalista do último século, cujo objetivo era, com o fato histórico, subverter também a verdade religiosa e, assim, torna-la necessariamente inútil” (p. xxx). Por causa dessa profunda dicotomia, Strauss foi capaz de negar a historicidade de todos elementos sobrenaturais contidos nos evangelhos, incluindo a divindade de Jesus e historicidade dos milagres, e ainda assim propor que a fé deveria ser mantida nos mitos da Escritura e dogmas da igreja.[3]

 

Ernest Renan (1823-1892)

 

H. Holtzmann (1832-1910)

 

Albert Kalthoff (1850 – 1906)

 

William Wrede (1859–1906): Outro representante da escola de Tübingen, Wrede, em seu livro mais famoso, O Segredo Messiânico, defende que o escritor do evangelho de Marcos criou o segredo messiânico como um recurso para justificar o porquê Jesus não foi reconhecido como messias em seu ministério terreno. Em sua obra sobre Paulo, ele atribui a este a criação e sistematização do cristianismo.

 

Johannes Weiss (1863 – 1914): Genro de Ritschll, foi o responsável por nomear a suposta fonte usada por Mateus e Lucas de “Q”. Weiss era interessado na pré história dos textos dos evangelhos, sendo um dos precursores da crítica textual. Weiss enfatizou a importância central do Reino de Deus na pregação de Jesus e propôs que o conceito de reino pregado no ministério terreno de Jesus se referia a uma realidade futura, escatológica e sobrenatural, que seria trazida por Deus, indo contra a concepção de sua época de que o reino era uma experiência subjetiva. Para ele, os evangelistas influenciados por Paulo colocaram na boca de Jesus expressões que o identificavam como um ser oriundo do céu. Weiss acredita que houve um grande desenvolvimento no pensamento da igreja a respeito de Jesus, usando elementos culturais para entender alguém cuja personalidade causou grande impressão. Weiss é um escritor curioso. De um lado ele não acredita que os escritos do Novo Testamento refletem a pessoa de Jesus como ele realmente era; por outro lado, Weiss afirma que Jesus Cristo foi exaltado após a sua morte e recomenda a fé nele.[4]

 

Albert Schweitzer (1875-1965): Schweitzer foi um gênio. Teólogo, missionário, organista, filósofo e médico, em cada uma dessas carreiras Schweitzer é reconhecido como um homem brilhante. Não sem razão, ele ganhou o prêmio Nobel da Paz de 1952. Em 1906, Albert Schweitzer escreveu o livro Geschichte der Leben-Jesu-Forschung (História da Pesquisa sobre a Vida de Jesus), que foi traduzido para o inglês em 1910 com o título “The quest for the historical Jesus”.[5] Na mente de Schweitzer, o dogmatismo da igreja criou um Jesus Cristo diferente do Jesus histórico. A busca pelo Jesus histórico era uma empreita científica que visava resgatar Jesus da tirania do dogma (p. 4). Em seu livro, Schweitzer apresenta as propostas dos estudiosos que o antecederam e oferece a sua própria proposta de reconstrução do Jesus Histórico. A proposta de Schweitzer é um desenvolvimento da reconstrução de Weiss, ou seja, o Jesus histórico apresentando-se como um pregador apocalipticista, o filho do homem de Daniel 12, o Messias, que anunciou a vinda de um reino terreno após a sua morte. Para Schweitzer, no entanto, as expectativas que Jesus tinha a seu próprio respeito falharam. Foram os apóstolos, depois da morte de Jesus, que criaram o anúncio de sua ressurreição, exaltação, salvação nele e registraram as suas histórias, sobre as quais o edifício do cristianismo se constrói. O que sobra após tamanha demolição? O que encontramos em Schweitzer é um salto de fé. Ele critica toda a empreita da busca pelo Jesus histórico e afirma que: “A consequência é que ela cria o Jesus histórico à sua própria imagem, de forma que não é o espírito moderno que é influenciado pelo Espírito de Jesus, mas o Jesus de Nazaré que é construído pela teologia histórica moderna, que é configurada para funcionar em nossa raça. Portano, tanto a teologia e sua figura de Jesus são pobres e fracas” (311). A conclusão de Schweitzer começa assim: “Aqueles que gostam de falar sobre uma teologia negativa podem encontrar a sua história aqui. Não há nada mais negativo do que o resultado do estudo crítico sobre a vida de Jesus” (396). Em outro lugar: “Jesus significa alfo para o nosso mundo porque uma força espiritual poderosa flui dEle até o nosso tempo também. Esse fato não pode ser abalado nem confirmado por qualquer descoberta histórica. É a fundação sólida do cristianismo. O erro foi supor que Jesus poderia significar mais para o nosso tempo ao entrar nele como um homem igual a nós. Isso não é possível” (397). Em suma, o teólogo alemão chegou à conclusão de que a empreita do estudo histórico de Jesus é nociva à fé e assim, ele faz um apelo a que o Jesus da fé continue influenciando homens e mulheres:

 

“Ele vem a nós como Um desconhecido, sem um nome, como alguém de antigamente, ao lado do lago, Ele vem para aqueles que não o conheceram. Ele nos fala a mesma palavra: ‘Segue-me!’ e coloca-nos para fazer as tarefas que ele tem que cumprir em nosso tempo. Ele comanda. E aqueles que o obedecem, sejam sábios ou simples, Ele revelará a Si mesmo nas lutas, nos conflitos, nos sofrimentos que eles enfrentarão em comunhão com Ele e, como um mistério inefável, eles aprenderão por experiência própria quem Ele é” (401).

 

Depois da publicação deste livro, Schweitzer estudou medicina e foi para a África (Gabão) como missionário. No primeiro mês Schweitzer e sua esposa atenderam mais de 2000 pacientes. Além de criar um hospital na região, o doutor, que ficou por alguns meses em um campo de concentração, se tornou ativista contra o uso de armas nucleares.

 

Embora haja discordância entre os estudiosos, a maioria concorda que a primeira busca do Jesus histórico acabou com Schweitzer. Seguiram-se a primeira busca as duas grandes guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945) e um período chamado de “sem busca” (no quest). O nome principal desse período é Rudolf Bultmann, que postulou sobre a impossibilidade de reconstruir o Jesus da história e apresentou como muito mais importante o Jesus da fé:

 

“Parece suficientemente claro que o ponto da afirmação da preexistência ou do nascimento virginal é realmente expressar a importância da pessoa de Jesus para a fé. O que ele é para nós não é exaurido por, na verdade, nem mesmo aparece naquilo que ele parece ser para a observação histórica ordinária. Não precisamos perguntar sobre a sua origem histórica, pois o seu significado real se torna evidente somente quando essa forma de fazer perguntas é deixada de lado. Não devemos perguntar as razões históricas de sua história, sua cruz, a importância de sua história está naquilo que Deus quer nos dizer por meio dela. Assim, sua importância como uma figura não é para ser compreendida a partir do contexto intermundial; em linguagem mitológica ele vem da eternidade, e sua origem não é humana, nem natural”.[6]

 

Conclusão

 

Ao analisar em primeira mão, ainda que sem profundidade, os escritos da primeira geração dos proponentes da busca pelo Jesus histórico, fica evidente que os desenvolvimentos vistos nas buscas posteriores já se faziam presentes de alguma forma nos escritores antigos. O judaísmo de Jesus, seu apocalipticismo, a diversidade de cristologias, o esforço pela compreensão da origem e significado dos diferentes títulos cristológicos e, especialmente, em alguns “questers”, uma luta entre o desejo de crer e manter piedade contra o racionalismo, o academicismo e o desejo por relevância.

 

O problema começou quando a Bíblia passou a ser considerada como um escrito puramente humano e a razão humana como uma fonte mais confiável de conhecimento do que a revelação divina por meio das Escrituras. Houve outros escritores nessa época, mas os apresentados acima ganharam posição de destaque na busca antiga pelo Jesus histórico. A crítica de Schweitzer bem como a constatação de Rudolf Bultmann marcam o fim da primeira busca. Embora totalmente tomados pelo racionalismo de sua época, ambos teólogos lançaram um apelo para que o Jesus da fé fosse conhecido, crido e seguido.

 

A falta de harmonia das reconstruções “históricas” de Jesus é mais um motivo para reconsiderar a volta às Escrituras como a Palavra de Deus, cujo Jesus é o homem-Deus que viveu na história e tem sido professado ao longo dos séculos com a seguinte fórmula:

 

“Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus, e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.” (Credo Niceno-Constantinopolitano)

 

Notas

[1] Hermann Samuel Reimarus, Gotthold Ephraim Lessing, and Charles Voysey, Fragments from Reimarus : Consisting of Brief Critical Remarks on the Object of Jesus and His Disciples as Seen in the New Testament (Lexington, Ky.: American Theological Library Association, Committee on Reprinting, 1879), https://play.google.com/books/reader?id=UJRyFFb8WKAC&printsec=frontcover&output=reader&hl=pt_BR&pg=GBS.PA1.

[2] Ferdinand Christian Baur, The Church History of the First Three Centuries (London: Williams and Norgate, 1878), https://books.google.com/books?id=QIQAAAAAMAAJ&printsec=frontcover&dq=ferdinand+baur&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwjllMb9–LQAhVrsFQKHdutCRwQ6AEINzAE#v=onepage&q=historical&f=false. Veja lista dos livros de Baur no Google Books: https://www.google.com/search?tbm=bks&hl=en&q=David+Friedrich+Strauss&=#safe=strict&hl=en&tbs=bkt:b%2Cbkv:r&tbm=bks&q=Ferdinand+Christian+Baur

[3] David Friedrich Strauss, The Life of Jesus Critically Examined, 2nd ed. (London: Sonnenschein, 1892), https://books.google.com/books?id=BjdNAAAAMAAJ&printsec=frontcover&dq=david+strauss&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwjtw-is987QAhVF6oMKHQZRALIQ6AEIJDAB#v=onepage&q&f=false. Veja lista de livros de Strauss no Google Books no link a seguir: https://www.google.com/search?tbm=bks&hl=en&q=David+Friedrich+Strauss&=#q=David+Friedrich+Strauss&safe=strict&hl=en&tbs=bkt:b,bkv:r&tbm=bks

[4] Johannes Weiss, Christ, the Beginnings of Dogma (London: P. Green, 1911), https://books.google.com/books?id=q6UQAAAAYAAJ&printsec=frontcover&dq=Johannes+Weiss&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwifhpTG0e_QAhVK22MKHVbmAokQ6AEIMzAE#v=onepage&q=Johannes Weiss&f=false; Johannes Weiss and H J Chaytor, Paul and Jesus (London; New York: Harper & Bros., 1909), https://books.google.com/books?id=Rh9VAAAAMAAJ&printsec=frontcover&dq=Johannes+Weiss&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwigkKrwjuXQAhVH4mMKHVbgBFkQ6AEIITAB#v=onepage&q&f=false.

[5] Albert Schweitzer, The Quest of the Historical Jesus, by Albert Schweitzer. (London: A & C Black, 1910), https://books.google.com/books?id=7UPLuZZ8NHIC&pg=PA281&dq=albert+schweitzer+jesus&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwis44Ty6O_QAhVLyGMKHV0vALgQ6AEILjAD#v=onepage&q&f=false.

[6] Rudolf Bultmann and Schubert Miles Ogden, New Testament and Mythology and Other Basic Writings, 1984, 33.

 

Material sobre o Jesus Histórico em Português

http://www.revistajesushistorico.ifcs.ufrj.br

http://www.faifa.edu.br/revista/index.php/voxfaifae/article/download/69/83

http://revistas.pucsp.br/index.php/culturateo/article/download/24146/17343

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http://www.faculdadejesuita.edu.br/documentos/171014-BEJsoeQthhkgT.pdf

http://periodicos.ufpb.br/index.php/religare/article/viewFile/22193/12287

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http://anais.est.edu.br/index.php/salao/article/download/203/168

https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/download/1007/611

http://periodicos.pucminas.br/index.php/horizonte/article/viewFile/P.2175-5841.2015v13n40p2194/9049

http://seer.ucg.br/index.php/caminhos/article/viewFile/1196/842

http://periodicos.ufes.br/romanitas/article/download/6360/4685

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http://www.revistatheos.com.br/Artigos/Artigo_05_04.pdf

http://www.mackenzie.br/fileadmin/Mantenedora/CPAJ/revista/VOLUME_IV__1999__2/John_Dominic.pdf

http://professorpinheiro.net/livros%20prontos/o%20jesus%20historico%20e%20o%20mitico.pdf

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/537432

http://www.reasonablefaith.org/portuguese/redescobrindo-o-jesus-historico-pressuposicoes-e-pretensoes-do-jesus

http://veja.abril.com.br/ciencia/o-que-a-historia-tem-a-dizer-sobre-jesus/

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL757693-9982,00-ENTENDA+CRITERIOS+USADOS+POR+ESTUDIOSOS+PARA+DECIDIR+O+QUE+VEM+DE+JESUS.html

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Mestre em Antigo Testamento pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (CPAJ, 2007), mestre em Novo Testamento pelo Calvin Theological Seminary (2009) e doutor em ministério pelo CPAJ (2015), doutorando em Novo Testamento pela Trinity International University. É professor de Novo Testamento no CPAJ e ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil. É também editor dos websites http://www.issoegrego.com.br e http://yvaga.wordpress.com.

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